
A concretização destas intervenções implicará a introdução de alguns constrangimentos na circulação nas imediações da Avenida 24 de Julho e da Avenida D. Carlos I ao longo dos próximos 23 meses. As alterações na circulação nestas vias serão realizadas faseadamente e publicamente divulgadas.
Assim, a partir do próximo dia 13 de julho e durante um período previsto de 9 meses (até abril 2023), decorrerão os seguintes desvios de trânsito na Av. 24 de Julho, no troço compreendido entre a Av. D. Carlos I e a Rua Boqueirão do Duro:
- Os veículos que circulem na Avenida 24 de Julho em direção ao Cais do Sodré serão desviados para a Avenida D. Carlos I, Rua D. Luís I e Boqueirão do Duro, retomando a circulação na Avenida 24 de Julho, no mesmo sentido (Cais do Sodré).
- Os veículos que circulem na Avenida 24 de Julho em direção a Alcântara serão desviados para a Rua do Instituto Industrial, Rua da Boavista e Avenida D. Carlos I, retomando a circulação na Avenida 24 de julho.
Para que estes desvios de trânsito possam ser viáveis, haverá necessidade de condicionar lugares de estacionamento nas ruas supra referenciadas, estando prevista a criação de zonas de estacionamento exclusivas a residentes.
Os desvios de trânsito referidos não terão impacte na circulação dos elétricos da Carris.
O Metropolitano de Lisboa recomenda que, sempre que possível, seja evitada a circulação na zona de influência das obras, devendo utilizar-se percursos alternativos que não sejam afetados pelos normais constrangimentos dos referidos trabalhos. Os percursos alternativos serão os seguintes:
Relativamente à circulação na ciclovia existente na Avenida 24 de Julho, serão mantidos percursos alternativos devidamente sinalizados que irão contornar as áreas afetas aos trabalhos de construção.
Prevista inaugurar em 2024, a linha Circular que ligará a estação Rato ao Cais do Sodré numa extensão de mais 2 quilómetros de rede, criará um novo anel circular no centro de Lisboa, e interfaces que conjugam e integram vários modos de transporte.
A implementação da linha Circular contribuirá, igualmente, para uma reestruturação de todo o sistema de transporte, reorganizando a mobilidade metropolitana com um efetivo aumento do número de utilizadores do transporte público e uma diminuição de utilização de transporte individual. Possibilita o desenvolvimento de uma nova circularidade interna, materializando uma plataforma de distribuição de elevada frequência e conectando de forma mais eficiente os serviços metropolitanos, com ganhos ambientais significativos.
Com um impacto estimado da procura no primeiro ano, de 9 milhões de novos passageiros na linha Circular e de 5,3% em toda a rede, este novo anel no centro da cidade vai retirar da superfície 2,6 milhões de veículos de transporte individual por ano. Fomentará a acessibilidade e a conectividade em transporte público, promovendo a redução dos tempos de deslocação, a descarbonização e a mobilidade sustentável.
Conta com um investimento total previsto de 240,2 M€, cofinanciado em 137,2 M€ pelo Fundo Ambiental e em 103,0 M€ pelo Fundo de Coesão, através do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.
Conscientes que as intervenções ocorrerão numa zona de grande densidade de tráfego, lamentamos, desde já, os transtornos que estes condicionamentos e desvios de trânsito possam vir a causar nas rotinas diárias da população em geral.
Informações adicionais no site do metropolitano de Lisboa https://projetos.metrolisboa.pt/