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EMEL testa estacionamento subterrâneo para bicicletas

05 março 2021
3min.

A EMEL está a criar uma série de estacionamentos protegidos por um gradeamento, código e videovigilância nos seus parques subterrâneos espalhados pela cidade.

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Guardar a bicicleta em casa em segurança é um problema para muitos utilizadores, confrontados com a ausência de garagens ou arrecadações, ou com elevadores demasiado pequenos. Para muitos a solução passa por escolher bicicletas dobráveis, para outros por deixar o seu veículo na rua, à mercê de roubos, para outros ainda por não ter bicicleta de todo. A pensar nesta questão, a EMEL está a criar uma série de estacionamentos protegidos por um gradeamento, código e videovigilância nos seus parques subterrâneos espalhados pela cidade. O primeiro deles está a entrar em funcionamento no Lumiar.

Chamam-se BiciPark e ocupam um pequeno espaço nos parques subterrâneos da EMEL. O acesso é feito pela rampa por onde circulam os automóveis, havendo indicação de que as bicicletas podem entrar passando ao lado da cancela. Depois é só seguir as marcações no chão até chegar ao BiciPark. Passa-se o cartão – que é o mesmo Lisboa Viva que dá acesso aos transportes públicos – e é só deixar a bicicleta presa pelo quadro num dos pontos disponíveis. O espaço é seguro: além de um gradeamento que protege as bicicletas, o acesso só poderá ser feito por quem comprou estacionamento naquele parque, existindo ainda câmaras de videovigilância por perto.

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A EMEL explica que "o serviço BiciPark consistirá numa rede de estacionamentos fechados para bicicleta espalhados pela cidade de Lisboa. O do Lumiar é o primeiro que está a servir para testar o serviço mas muito brevemente teremos novidades sobre a expansão destes equipamentos para outros parques de estacionamento EMEL". Os BiciPark foram especificamente pensados em função das necessidades do/as utilizadores regulares de bicicleta de paragens de média-longa duração (8-48 horas), dispondo de suportes individuais para bicicletas convencionais e de carga que permitem a amarração do quadro ao suporte para maior estabilidade e segurança.

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"Os BiciPark são espaços fechados, comunitários e de acesso controlado, o que significa que só os clientes do serviço podem aceder. O acesso é feito com cartão Lisboa Viva, que deverá ser ativado aquando da adesão ao serviço pelos operadores EMEL nos parques onde estão instalados os BiciPark. Dirigindo-se à porta do Bicipark, basta passar o cartão no leitor que se encontra instalado ao lado da porta, que esta irá destrancar-se automaticamente", explica a empresa. A EMEL explica que a opção por um cartão em vez de uma aplicação móvel (como a GIRA) teve por base uma pesquisa junto de utilizadores da bicicleta na cidade de Lisboa. "Queremos também garantir que utilizadores sem telemóveis mais sofisticados ou sem bateria no telemóvel tenham acesso ao BiciPark."


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