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Lisboa conta com mais 70 autocarros a circular

25 novembro 2020
2min.

O programa de reforço de oferta de transportes públicos, celebrado entre o Fundo Ambiental e a Área Metropolitana de Lisboa, conta a partir de hoje (25 Novembro), com mais 70 autocarros turísticos que estavam parados e que iniciaram o serviço de reforço nas principais carreiras da AML.

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Estes veiculos de transporte publico, afectados agora à rede da AML, numa primeira fase, servirão para reforçar a rede ferroviária (CP e Fertagus) e o Metro Transportes do Sul (MTS) e decorrerão diariamente, durante 62 dias (exceptuando 30 de Novembro, 1, 7, 8 e 25 de Dezembro, 1 de Janeiro e 16 de Fevereiro).

Os custos envolvidos com este reforço de oferta são de cerca de 750.000 euros. A proposta resulta de um trabalho de avaliação conjunto, entre a AML e os operadores que exploram o serviço público de transporte de passageiros na Área Metropolitana de Lisboa, por modo ferroviário, relativamente aos serviços que, por motivos de pressão de procura e limitação da lotação no cenário actual de pandemia, justificam um reforço da capacidade de transporte, capaz de reduzir os níveis de lotação mais elevados.

Para o apoio à Fertagus serão afectadas 13 viaturas, que farão os percursos Pragal/Sete Rios, entre as 6h20 e as 8h20; Sete Rios/Pragal, entre as 17h20 e as 18h10 e Sete Rios/Setúbal, entre as 17h15 e as 17h30.

Relativamente à Metro Transportes do Sul, o serviço de apoio envolve 22 viaturas, nos percursos Cacilhas/Laranjeiro, entre as 16h30 e as 18h10; Laranjeiro/Cacilhas, entre as 7h20 e as 8h10; Universidade Nova/Pragal, entre as 16h30 e as 18h10 e Pragal/Universidade Nova, entre as 7h20 e as 8h10. Para apoio à CP e Metropolitano de Lisboa, serão disponibilizados 36 autocarros, para os percursos Amadora CP/Metro Pontinha, entre as 7h00 e as 8h25 e Cacém CP/Metro Pontinha, entre as 7h00 e as 8h25.

Os serviços poderão, no entanto, ser ajustados em função das contingências inerentes ao estado de pandemia.

O programa de reforço de oferta dos transportes públicos urbanos e suburbanos nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, surge como mais uma resposta à emergência de saúde pública, que exige a aplicação de medidas extraordinárias, de carácter urgente, que visem limitar a proliferação da pandemia de Covid-19.

 


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