
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) promovem, entre os dias 2 e 8 de junho de 2026, a sexta de onze campanhas previstas no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026, dedicada à velocidade.
À semelhança das restantes campanhas do PNF 2026, esta ação integra duas componentes:
Sob o lema “Viaje sem Pressa”, esta campanha pretende alertar os condutores para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada às condições da via, uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave.
As ações de sensibilização da ANSR decorrem em simultâneo e em coordenação com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP, incidindo em vias e locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade rodoviária associados à velocidade.
O que está em causa?
A velocidade excessiva ou inadequada às condições da via reduz a capacidade de reação do condutor, aumenta distâncias de travagem e agrava significativamente as consequências dos acidentes rodoviários.
Entre 1 de janeiro de 2022 e 31 de dezembro de 2024, a velocidade excessiva para as condições existentes esteve diretamente associada a:
O excesso de velocidade continua a representar a principal tipologia de infração rodoviária em Portugal Continental, correspondendo a mais de 60% do total das infrações registadas em 2025.
O PNF 2026 identifica diversos locais prioritários para fiscalização da velocidade, definidos com base em critérios técnicos relacionados com a frequência de infrações e o risco acrescido de acidente.
Comportamentos de risco por velocidade excessiva
A campanha alerta especialmente para comportamentos que aumentam significativamente o risco de acidente grave:
A ANSR, a GNR e a PSP recordam que conduzir a velocidade adequada salva vidas e contribui para uma circulação mais segura para todos os utilizadores da estrada.
O PNF é desenvolvido anualmente pela ANSR, em articulação com a GNR e a PSP, com base nas recomendações europeias e no quadro estratégico Visão Zero 2030, que tem como objetivo a eliminação de vítimas mortais e de feridos graves nas estradas portuguesas até 2030.
A sinistralidade rodoviária não constitui uma fatalidade. As suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros e responsáveis por todos os utilizadores da estrada. PR